Sunday, March 29, 2009

Parque infantil teste de conformidade

A forma prática para testar as medidas e folgas dos materiais e equipamentos tolerados pela norma portuguesa sobre os parques infantis é com equipamentos de teste, as bitolas para teste de conformidade que lhe dará indicações sobre a eventual inclusão do equipamento no plano de manutenção.

Mais informação sobre as bitolas de teste ou para adquirir este equipamento completo, clique aqui.

Thursday, December 13, 2007

cultura de exigência

Sem evidenciar qualquer alarmismo nestas coisas, somos naturalmente confrontados com a admiração de como não há mais acidentes com crianças em parques infantis, que mesmo depois de detectadas as anomalias, as próprias entidades gestoras se remetem em delonga para reparar, fazer cumprir o plano de manutenção, perdendo inclusive a garantia dada pelos fabricantes ou representantes.

Cada vez mais remetidos ao processo de implementação-oferta efectuado pelas autarquias e esquecimento até que os equipamentos caiam de maduros, a cultura de manutenção e inspecção independente ainda é uma realidade de efectiva raridade no cenário das "plantações" de baloiços, escorregas, cestas, castelos, slides, molas, comboios, barcos e outros artefactos para os espaços de lazer e recreio das crianças, hoje em dia tanto em voga.

Para além do natural optimismo português do "podia ser pior", esta realidade só verá alguma luz quando houver um processo sério em tribunal por acidente ou morte de qualquer criança (longe vá o agouro!) e , mesmo assim, ainda haverá quem continue a clamar o velho ditado, "ao menino e ao borracho, mete Deus a mão por baixo!"

Tuesday, November 20, 2007

Imparcialidade de inspecção

Pouco habituados a que se apresentem novas soluções de serviços inovadores que acrescentem mais valias reais, é corrrespondente a habitual confusão de papéis e trabalhos efectuados, sobretudo no que trata do bem público.

Sem haver qualquer intenção de paladinos da justiça nas afirmações ou na postura, as inspecções, auditorias ou peritagens são meios de aferição da legalidade e correspondência da segurança de um equipamento infantil de diversão, de um equipamento sénior ou equipamento de aventura ou aquático, bem como todos aqueles de desporto por onde passam e cohabitam crianças, jovens e adultos.

A independência que se requer é aquela a que não estamos habituados na cultura portuguesa de deixar cair em esquecimento ou inspeccionar o que a mesma empresa faz, executa e supervisiona...A falta de rigor, exigência de qualidade para o tratamento da res publica ainda é dominante nas obras públicas, e perpassa para outras áreas colaterais, relacionadas ou afins.

Friday, November 16, 2007

capacidade de decisão

Num recente relatório de uma inspecção de rotina a um parque infantil no interior do país, verificava-se a inexistência de seguro de responsabilidade civil por danos corporais causados aos utilizadores, entre outras anomalias funcionais.

O que está aqui em causa e de gravidade, nem sequer se trata das demais desfuncionalidades de espaço e de equipamentos, mas tão somente de um risco que sendo normal para as crianças, é perfeitamente previsível e sem a devida cautela, em termos de saúde, cuja expressão mais grave é a para ou tetraplegia.

E aqui não há contemplações, nem desculpabilização à portuguesa, de que "poderia ter sido pior".

A capacidade de decisão em termos de bem público, é essa de evitar males maiores e evitar males danosos para as crianças quanto à utilização dos espaços de lazer e recreio ou parques infantis, parques de aventura, parques desportivos ou outros similares para ocupação dos tempos livres ou de férias.

Relativamente a seguros de risco com coberturas abrangentes, será de evitar o seu cancelamento ou inexistência, a favor do bem comum, já que o gestor público não está a assumir a responsabilidade pelos seus bens ou de sua família, mas a de todos os utilizadores do bem público e não há seguro que devolva ou valha a vida de uma pessoa.

É com estranheza que se nota que uma vez identificado um parque quase em ruínas, uma autarquia se limite a fazer reparações tipo "lifting" ou "pilling", deixando as mazelas maiores para os utilizadores se encarregarem delas:a quem serve este tipo de actuação? o bem público? o bem de todos?

Thursday, November 15, 2007

serviços inovadores

Nem sempre é fácil inovar, apesar de muitas boas ideias que se possam ter de momento ou a médio-longo prazo. Muitas vezes também, a própria conjectura económica nem sempre é fácil de vencer, a avaliar pelo número de empresas que abrem e fecham neste ano.

A área de inspecções de parques infantis, espaços de lazer e recreio é uma delas, a avaliar pela realidade do tratamento a que estão sujeitos e à sua forma de funcionamento e manutenção.

Porém, há uma certeza que é inadiável, nesta desenvolvimento social, a avaliar pelo investimento das autarquias nas áreas de espaços de recreio e lazer públicos, a última onda em termos de marketing público: sem auditorias e inspecções independentes vai continuar o sistema de menosprezo pela segurança pública, designadamente das crianças que brincam nos parques infantis, tal é o estado de algumas instalações como temos mostrado aqui.

E valha a verdade, não será apenas pelos parques infantis e espaços de recreio mais velhos, uma vez que os mais novos padecem de igual ou piores falhas na sua utilização, entre as quais se situa a principal e que as autarquias esquecem: os espaços públicos são para pessoas e como tal, a animação terá de ser efectuada por pessoas.

De que serve um parque, todo o investimento efectuado, se estiver fechado para o seu público o disfrutar da melhor maneira?

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